A 20 de janeiro de 1984, o então presidente da AORP, Eloi Viana — figura incontornável da história do CINDOR, mais tarde Presidente do Conselho de Administração, hoje nome maior do nosso Auditório — referia, na reportagem “Ouro em Portugal – Parte I”:
“Temos dificuldade de mão de obra porque não existem escolas (…) Aliás, a Associação está interessadíssima. Estamos a tentar montar uma escola em Gondomar e outra no Porto. Isso facilitaria imenso.”
Em dezembro desse mesmo ano, 1984, a AORP Associação Ourivesaria e o IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. assinavam o protocolo que daria origem à criação do CINDOR, em Gondomar.
Quarenta anos depois, a visão torna-se legado, raiz, presente e futuro: o CINDOR abre portas à formação especializada na cidade do Porto — bem no seu coração — trazendo consigo a nobreza dos metais, a luz das gemas, a arte, a técnica e a magia da criação. Um espaço onde o conhecimento, a tradição, a inovação e a intemporalidade se encontram.
A melhor casa de ensino e formação em ourivesaria, joalharia e relojoaria do país chegou ao Porto. E do Porto abrir-se-á ao mundo.
Porque, na verdade, nunca o mundo foi tão português.
E nunca a Joalharia Portuguesa — e a Filigrana — foi tanto do mundo!
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